Na sexta-feira, 14 de junho, o Brasil vai parar

Decidiram se somar a este chamado, que está nas Redes, as Organizações Sociais representadas no MAS – Movimento Acorda Sociedade e os quase 50 milhões de trabalhadores das 22 Confederações agrupadas no FST – Fórum Sindical dos Trabalhadores com suas 440 Federações e milhares de entidades de base. Espera-se que milhões de pessoas ganhem as ruas em busca do equilíbrio no tratamento da Reforma da Previdência.

Essas lideranças se reuniram para mostrar que do jeito que está essa Reforma não pode nem ser votada na Câmara. É abusiva, penaliza os mais pobres e privilegia apenas o mercado financeiro.

O caminho apontado pelas representações dos trabalhadores é a construção de um projeto orientado pelas representações dos auditores fiscais, magistrados e das forças de segurança. Cada entidade associativa, sindical ou de universidades local está organizando manifestações nas principais cidades do país a partir das 11 horas e o Sindslembh também estará presente.

Desde a publicação da PEC 06, nosso sindicato vem se posicionando contrariamente à proposta, que, ao contrário do que diz a propaganda oficial, retira direitos, onera os mais pobres, não promove justiça social e permite, através da desconstitucionalização, que regras básicas de proteção à previdência sejam alteradas fora da constituição, com consequente vulnerabilidade dos direitos sociais já garantidos na atual constituição, ocasionando retrocesso e retirada de direitos.

Nem em 2003 quando os brasileiros elegem a esquerda, nem em 2018 quando elegem a extrema direita votam ideologicamente:

O Brasileiro deu um grito de Basta.

Temos de dizer aos governantes que não foi para destruir as redes de proteção social que os elegemos. Não podem destruir em 4 anos, com MPs Medidas Provisórias e a famosa canetada as coisas que a sociedade levou muito mais do que duas décadas para construir.

Sim, vou sair às ruas não por ser anarquista, de esquerda ou direita, mas para pedir EQUILÍBRIO, nas ações.

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